Ao longo de duas horas, a Avenida João Crisóstomo, em Lisboa, onde fica situado o Ministério da Saúde, transformou-se num palco por onde passaram, e falaram, os representantes dos clínicos, dos sindicatos à Ordem dos Médicos, passando por estudantes e jovens médicos.
Esta avenida foi ainda percorrida por representantes de várias estruturas, como os secretários-gerais da UGT e da CGTP-IN, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), elementos de partidos políticos, como João Semedo (Bloco de Esquerda), Paula Santos (PCP) ou o advogado Garcia Pereira.
A concentração começou por volta das 15h00, quando os médicos se reuniram em frente ao Ministério da Saúde, com cartazes e faixas com palavras de ordem e em defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Além das batas brancas com que se apresentaram nesta concentração, muitos balões amarelos - que viriam a ser largados mais tarde - também coloriram a avenida.
Os números da adesão à greve foram transmitidos pelos sindicatos que convocaram a greve e a manifestação - Federação Nacional dos Médicos (FNAM) e Sindicato Independente dos Médicos (SIM) -, recebendo aplausos dos manifestantes.
Pelo palco improvisado passaram também representantes de estudantes de Medicina, dos internos ou dos Médicos Unidos.
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